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A Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa de Cuiabá (DHPP) prendeu, na quinta-feira (10), Jaqueline Aprecida Miranda Xavier, 21 anos, suspeita de ter participado do assassinato de Alexandro Penha da Silva, 29 anos. O crime ocorreu em frente à casa de shows Top Fest, em janeiro deste ano. O executor da vítima, Deivid de Amorim Souza, conhecido como “Cromado”, morreu em confronto com agentes da Polícia Civil, em agosto.  A suspeita está grávida de 5 meses.

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O assassinato foi registrado no dia 20 de janeiro. Após o crime, investigadores da equipe do delegado Caio Fernando Albuquerque iniciaram as investigações e descobriram que Cromado e mais duas pessoas havia participado do crime.

Diante disso, o poder Judiciário deferiu mandado de prisão contra Cromado. No dia 18 de agosto, os agentes da DHPP foram à casa do suspeito, mas ele apontou uma espingarda na direção dos policiais que reagiram e atiraram no criminoso. O homem morreu ainda no local. 

Já na quinta-feira, os policiais prenderam Jaqueline. Ela foi levada à DHPP para ser ouvida pelo delegado Caio Albuquerque. Ela teve um mandado de prisão temporária em seu desfavor. 

Já o terceiro envolvido no assassinato, ainda continua foragido. O nome dele não foi revelado pela Polícia Civil.

A morte de Alexandro Penha

A Polícia Civil informou que Alexandro Cromado estavam em uma festa em uma associação próxima ao Fórum de Cuiabá, quando teve início um desentendimento entre os dois, que logo depois se resolveu.

Após a discussão, a vítima seguiu para uma festa no Top Fest local para onde também foi Cromado, Jaqueline e o terceiro investigado.

Em certo momento, quando ambos estavam próximos ao banheiro do local, o investigado foi em direção à vítima e atirou na cabeça de Alexandro. Pessoas que estavam próximas tentaram defender a vítima e três delas ficaram feridas também pelos tiros efetuados.cromado rajada.jpg

 Deivid de Amorim Souza, conhecido como “Cromado”, morreu em um confronto com a Polícia Civil

De acordo com o delegado Caio Albuquerque, as investigações apontaram que o investigado não agiu sozinho, embora os disparos tenham sido efetuados apenas por ele.

“As investigações revelaram que o investigado e as pessoas que estavam com ele passaram antes em uma casa para buscar a arma de fogo utilizada no homicídio”, esclarece o delegado, acrescentando que o comportamento da mulher presa, identificado durante a investigação, aponta para a participação dela no crime. O cumprimento da prisão da envolvida contou com apoio da Diretoria de Inteligência da Polícia Civil.

As investigações prosseguem para localizar e efetuar a prisão do terceiro envolvido.

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