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Após ficar internada por 4 meses, mulher descobre traição da mãe com seu marido

Em Pernambuco, Kamylla Wanessa Cordeiro de Melo, contou que após ficar 78 dias internada em estado grave, teve uma péssima notícia ao sair do Hospital. A mulher descobriu que a própria mãe, casada havia 32 anos com o pai, estava em um relacionamento amoroso com o marido dela.

Ela conta que a mãe tinha se mudado para a casa dela durante o período em que ela ficou internada, com o pretexto de cuidar do neto. Mas, sogra e genro foram imediatamente morar juntos e, dois anos depois, seguem casados. Kamylla ainda conta que durante a adolescência a mãe começou a competir com ela, roupas, o modo de fazer a comida, etc.

“Fui criada em uma família tradicional de Recife. Tenho dois irmãos mais novos, meus pais viveram 32 anos juntos. Na adolescência, por volta dos meus 13, 14 anos, minha mãe entrou numa de competir comigo. Ela tinha só 20 anos a mais do que eu, e dizia que as minhas roupas vestiam melhor nela, que a comida dela era melhor… Nada que eu fizesse era bom o suficiente. Manipuladora, falava para o meu pai que fazia essas coisas para o meu bem, para melhorar minha autoestima. E eu só me afundava”.

Kamylla disse como foi ficar internada entre a vida e a morte após uma cirurgia. “No fim de 2017, precisei fazer uma cirurgia bariátrica. A ideia não era emagrecer, e sim cuidar das minhas taxas hormonais. Depois de operar, tive um AVC e precisei me hospitalizar de novo. Passei o Réveillon internada e os quase quatro meses seguintes, até 22 de março de 2018. Durante esse período, minha genitora (juro que não consigo mais chamá-la de mãe) foi para minha casa ajudar meu marido a cuidar do meu filho que, na época, tinha 4 anos. Meu pai havia ficado no interior do Pernambuco com o meu irmão caçula. Nos últimos 17 dias de internação, fiquei em estado grave na UTI e meu pai foi a Recife me visitar. Lá, descobriu que meu então marido nunca mais tinha passado no hospital para me ver. Só depois fiquei sabendo que, nesses quatro meses que passei internada, grande parte do tempo entre a vida e a morte, meu ex só havia me visitado duas vezes e minha genitora, nenhuma”, desabafa.

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