Namorado de acusada de atirar em Isabele Ramos explica morte ao irmão por Whaptsapp

Isabele Ramos foi morta, com um tiro, supostamente acidental, quando estava dentro do banheiro na casa da amiga, suspeita de fazer o disparo que atingiu o nariz da vítima.

“(…) é possível observar que, possivelmente, ******** explica algo acerca do fato ocorrido, no entanto, o jovem pede que o irmão apague as mensagens trocadas com ele, o que teria sido atendido, já que trecho do laudo diz que que não foi possível a recuperação/restauração das mensagens em questão.

Às 22h37, o irmão do adolescente responde: “Que guria mano. N comento com ngm. Que guria mano?”.

O irmão mais velho pede para que o adolescente tire print das conversas importantes.

“Pq todo mundo vai querer colocar a culpa em vc. N deixa isso acontecer”, diz as mensagens enviadas 00h42, já na madrugada de segunda-feira (13).

Segundo o trabalho pericial, no dia 14 de julho, por volta das 11h41, o menor apaga uma série de mensagens enviadas para o irmão, que respondeu “Aí tomo”, às 11h45.

Depois disso, as trocas de mensagens entre às 11h46 e 11h54 foram apagadas. A última mensagem é do menor, que pede mais uma vez “apaga aí”, diz trecho do laudo.

A conclusão do laudo da perícia deixa a entender que o adolescente não estaria na casa no momento que Isabele foi morta, como relatou em seu depoimento à polícia.

 A defesa do menor alegou que os laudos expostos ‘indevidamente na imprensa’ apenas atestam que ele não estava no local do fato. “Que não havia sequer munição na câmera e que as conversas com o irmão que não foram restauradas do dia 14 de junho não dizem respeito a cena do crime, pois sequer se encontrava no local”.

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